Caros Colegas Professores, Estudantes e todos que gostam de literatura

Espero que possa contribuir para o enrequecimento dos seus conhecimentos sobre Jorge Amado e sua obra. Conto com participação de todos, aceito sugestões.

"A solução dos problemas humanos terá que contar com a literatura, a música, a pintura, enfim com as artes. O homem necessita de beleza como necessita de pão e de liberdade. As artes existirão enquanto o homem existir sobre a face da terra. A literatura será sempre uma arma do homem em sua caminhada pela terra, em busca de sua felicidade." Jorge Amado

sábado, 30 de junho de 2012

Gabriela, cravo e canela (resumo)

Gabriela, cravo e canela

     Vinda do agreste, Gabriela chega a Ilhéus em 1925, em busca de trabalho. É levada do “mercado dos escravos”, lugar onde acampam os retirantes, pelo árabe Nacib. O dono do bar Vesúvio não atenta de imediato para a beleza da moça, escondida sob os trapos e a poeira do caminho. Não tarda, porém, a descobrir que ela tem a cor da canela e o cheiro do cravo. Em breve, todos os homens da cidade vão se render aos encantos de Gabriela.
     Ela assume a cozinha do bar, e o Vesúvio ferve por conta do tempero e da presença inebriante de Gabriela. Apaixonado, o ciumento Nacib decide que o melhor é se casar. Gabriela passa a ter obrigações que não combinam com seu espírito livre e rústico. No entanto, não se deixa subjugar. Nacib a flagra na cama com Tonico Bastos e manda anular o casamento. Mas Gabriela ainda voltará a ser sua cozinheira e a frequentar sua cama.
     Gabriela, cravo e canela narra o caso de amor entre o árabe Nacib e a sertaneja Gabriela e compõe uma crônica do período áureo do cacau na região de Ilhéus. Além do quadro de costumes, o livro descreve alterações profundas na vida social da Bahia dos anos 1920: a abertura do porto aos grandes navios leva à ascensão do exportador carioca Mundinho Falcão e ao declínio dos coronéis, como Ramiro Bastos. É Gabriela quem personifica as transformações de uma sociedade patriarcal, arcaica e autoritária, convulsionada pelos sopros de renovação cultural, política e econômica.
Disponível em: www.jorgeamado.com.br/obra.php3?codigo=12588   Acesso em: 30/06/2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Bar Vesúvio - Ilhéus

Minha amiga Nete que também é minha colega de trabalho no Colégio Estadual Abelardo Moreira, visitou Ilhéus neste mês de junho e tirou esta foto no Bar Vesúvio. Esta imagem será usada na detonação do projeto sobre o centenário de Jorge Amado, com data prevista para o dia 1º de agosto de 2012.


Aberto por volta de 1920 por dois italianos, o Bar Vesúvio ganhou fama com o romance Gabriela Cravo e Canela. Depois de mudanças de dono e de nome, recuperou o charme do velho Vesúvio em 2000, quando foi totalmente reformado em busca das características originais – entre elas, as mesas na calçada. Nas noites de terça-feira há apresentações teatrais inspiradas nos personagens Gabriela e Nacib.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Obras de Jorge

Disponível em:pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Amado Acesso em 28/06/2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fotos de Jorge Amado



Biografia de Jorge Amado

Jorge Leal Amado de Faria (Itabuna, 10 de agosto de 1912Salvador, 6 de agosto de 2001) foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos.
Existem dúvidas sobre o exato local de nascimento de Jorge Amado. Alguns biógrafos indicam que o seu nascimento deu-se na Fazenda Auricídia, à época município de Ilhéus. Mais tarde as terras da fazenda Auricídia ficaram no atual município de Itajuípe, com a emancipação do distrito ilheense de Pirangi. Entretanto, é certo que Jorge Amado foi registrado no povoado de Ferradas, pertencente a Itabuna.
No ano seguinte ao de seu nascimento, uma praga de varíola obriga a família a deixar a fazenda e se estabelecer em Ilhéus, onde viveu a maior parte da infância, que lhe serviu de inspiração para vários romances. Foi para o Rio de Janeiro, então capital da república, para estudar na Faculdade de Direito da então Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Durante a década de 1930, a faculdade era um polo de discussões políticas e de arte, tendo ali travado seus primeiros contatos com o movimento comunista organizado.
Foi jornalista, e envolveu-se com a política ideológica, tornando-se comunista, como muitos de sua geração. São temas constantes em suas obras os problemas e injustiças sociais, o folclore, a política, crenças e tradições, e a sensualidade do povo brasileiro, contribuindo assim para a divulgação deste aspecto do mesmo. Suas obras são umas das mais significativas da moderna ficção brasileira, com 49 livros, propondo uma literatura voltada para as raízes nacionais. Em 1945, foi eleito deputado federal pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), o que lhe rendeu fortes pressões políticas. Como deputado, foi o autor da emenda que garantiu a liberdade religiosa, viu o sofrimento dos que seguiam os cultos vindos da bela África, no Ceará viu protestantes saqueados por fanáticos com uma cruz à frente, então correu atrás de assinaturas até conseguir a aprovação da sua emenda, e desde então a liberdade religiosa tornou-se lei. Também foi autor da emenda que garantia direitos autorais. Por outro lado votou com o (PCB) a favor da emenda nº 3.165, do deputado carioca Miguel Couto Filho, emenda que proibia a entrada no país de imigrantes japoneses de qualquer idade e de qualquer procedência. Foi casado com Zélia Gattai, também escritora, que o sucedeu na Academia Brasileira de Letras. Teve três filhos: João Jorge, sociólogo, Paloma, e Eulália.
Viveu exilado na Argentina e no Uruguai (1941 a 1942), em Paris (1948 a 1950) e em Praga (1951 a 1952). Escritor profissional, viveu exclusivamente dos direitos autorais dos seus livros. Na década de 1990, porém, viveu forte tensão e expectativa de um grande baque nas economias pessoais, com a falência do Banco Econômico, onde tinha suas economias. Não chegou porém a perder suas economias, já que o banco acabou socorrido pelo Proer, controvertido programa governamental de auxílio a instituições financeiras em dificuldades. O drama pessoal de Jorge Amado chegou a ser utilizado pelo lobby que defendia a intervenção no banco, para garantir os ativos dos seus correntistas.

 Disponível em: pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Amado Acesso em 27/06/2012

Uma obra de Jorge

Creio que uma das obras de Jorge que mais agrada os estudantes do ensino médio é A morte e a morte de Quincas Berro D'água. É um livro divertido! A adaptação para a TV também é muito boa, o ator Paulo José faz o papel de Quincas. Tanto no ano passado como este ano foi a leitura que propus para os meus alunos.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Olá!

Acabei de criar um blog para começar a divulgar o Projeto sobre o centenário de Jorge Amado que faremos no Colégio Estadual Abelardo Moreira - Mairi, na 3ª Unidade.